Rafael Monteiro
Coordena o centro de monitoramento e a resposta a incidentes. Passou uma década em times de defesa de instituições financeiras.
Sobre a Virelonta
Vimos empresas comprarem ferramentas caras e ainda assim ficarem sozinhas na hora do ataque. A Virelonta existe para ocupar exatamente esse lugar — o de quem está do outro lado da linha quando o alarme dispara.
Nossa história
Começamos em 2017, em uma sala na região da Avenida Paulista, atendendo três clientes que não dormiam tranquilos. O primeiro incidente sério veio numa madrugada de dezembro — e foi ali que entendemos que segurança de verdade é presença, não promessa.
Nos anos seguintes, montamos um time próprio de analistas, estruturamos um centro de monitoramento e passamos a acompanhar ambientes de saúde, varejo e serviços financeiros. Hoje cuidamos de mais de 140 operações, sempre com o mesmo compromisso do primeiro dia: estar presente quando importa.
Princípios
São poucos, mas não abrimos mão. Eles definem como trabalhamos e o que recusamos fazer.
Ferramenta nenhuma substitui alguém preparado do outro lado. Investimos primeiro em gente que sabe agir sob pressão e depois na tecnologia que amplia esse trabalho.
Relatório que ninguém entende não protege ninguém. Escrevemos em português direto, explicando o risco e o motivo de cada recomendação.
Não vendemos o que você não precisa. Preferimos recomendar menos e defender bem cada escolha a inflar um contrato com camadas sem propósito.
Ameaças mudam, e a defesa acompanha. Revisamos, testamos de novo e ajustamos o plano em ciclos regulares, sem deixar o ambiente envelhecer.
Quem conduz
Cada pessoa aqui já apagou incêndio de verdade. Conheça quem coordena as frentes da Virelonta.
Coordena o centro de monitoramento e a resposta a incidentes. Passou uma década em times de defesa de instituições financeiras.
Conduz os testes de intrusão. Enxerga cada aplicação pela ótica de quem quer invadi-la — e documenta o caminho para fechá-lo.
Revisa ambientes em AWS, Azure e Google Cloud. Sua obsessão são as permissões esquecidas que ninguém revisa há anos.
Traduz a LGPD em rotinas que a operação consegue seguir. Prepara empresas para auditorias e para o diálogo com a ANPD.
Está entre os primeiros a ver um alerta às três da manhã. Separa ruído de ameaça com calma que só vem da prática.
Prepara equipes para reconhecer fraudes e agir certo. Acredita que a pessoa bem orientada é a primeira defesa da empresa.
Trabalhamos para que o dia do incidente seja só mais um dia — controlado, documentado e resolvido antes de virar manchete.
O que buscamos em cada operaçãoPróximo passo
Marque uma conversa. Ouvimos o seu contexto e mostramos, com honestidade, onde poderíamos ajudar.